Quarta, 17 de Julho de 2024
  • Quarta, 17 de Julho de 2024

Altitude pesa, mas Brasil conta com talento para vencer a Venezuela pela fase final do Sub-17

Time sofre para segurar o placar após abrir vantagem com Da Mata, de cabeça, e golaço de Dudu, e larga na frente no hexagonal do Sul-Americano com 2 a 1 em jogo brigado com nove amarelos

GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE


Da Mata marcou o primeiro gol do Brasil na vitória sobre a Venezuela — Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Valeu pela vitória e por largar bem na fase final do Sul-Americano Sub-17. O Brasil esteve longe de convencer diante da Venezuela nesta terça-feira, no estádio Atahualpa, em Quito. Os 2.800 metros de altitude pesaram, mas a eficiência na bola parada com Da Mata e o talento de Dudu resolveram no 2 a 1. Juan Arango descontou.

Confira a classificação e a tabela do Sul-Americano Sub-17!

Com o resultado, o Brasil está com os mesmos três pontos da Argentina, que venceu o Chile por 2 a 0 na abertura do hexagonal final. Equador e Paraguai fecham a primeira rodada. Na próxima sexta-feira, a seleção brasileira encara os paraguaios, às 16h (de Brasília), pela segunda rodada.

O primeiro gol logo aos seis minutos até dava a impressão de que o time de Phelipe Leal teria um caminho tranquilo diante dos venezuelanos. Da Mata, zagueiro do Grêmio, subiu bonito para testar no canto e fazer 1 a 0. A todo instante, no entanto, o adversário demonstrou organização e ousadia.

Com ações bem verticais, quase sempre atacando a profundidade nas costas dos volantes, a Venezuela levava perigo ao gol de Phillipe Gabriel e tinha maior posse de bola. A capacidade técnica, por sua vez, fez a diferença a favor do Brasil aos 33, com Dudu.

Após ligação direta, Kauã Elias disputou com a zaga e escorou para o camisa 10, meia do Athletico-PR, tirar a marcação já no domínio e chapar de canhota. Belo gol que deu tranquilidade para o Brasil no intervalo.

Na volta para o segundo tempo, o cenário da etapa inicial se repetiu, mas a favor da Venezuela. Logo aos sete minutos, Juan Arango aproveitou cobrança de escanteio e teve até que se abaixar para cabecear no cantinho: 2 a 1.

Foram 45 minutos da Venezuela com presença no campo de ataque, e um Brasil se apostava nas substituições para renovar um fôlego que nitidamente faltava a medida que o tempo passava. A altitude pesou.

A partida se tornou muito brigada, nove cartões amarelos foram distribuídos (seis para o Brasil), mas a vitória não escapou. Com muita luta e doses de talento, a Seleção estreou no hexagonal com o pé direito.



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