Sábado, 13 de Abril de 2024
  • Sábado, 13 de Abril de 2024

Cor da camisa e até data de nascimento do árbitro animam torcida argentina para a final

Mística sobre o juiz envolve o Brasil; entenda

GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE


Árbitro Szymon Marciniak em Argentina x Austrália — Foto: Reuters

O que a data de nascimento de um árbitro brasileiro pode significar para os argentinos nesta final de Copa do Mundo contra a França? Para os supersticiosos, diz muito.

Logo que foi confirmado o nome do polonês Szymon Marciniak como árbitro da decisão deste domingo, às 12h (de Brasília), os argentinos voltaram os olhos para os mínimos detalhes sobre ele. A primeira observação, óbvia, era que ele tinha sido o árbitro das oitavas de final, quando a Argentina venceu a Austrália.

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O que não era óbvio aos detetives virtuais era a data de nascimento do polonês: 7 de janeiro de 1981. E quem também nasceu em um dia 7 de janeiro, mas de 1939? O árbitro Romualdo Arppi Filho, brasileiro que apitou a final da Copa do Mundo de 1986, entre Argentina e Alemanha Ocidental.

Ou seja, o último título mundial argentino, o bicampeonato alviceleste, o dia em que Maradona ergueu a Copa teve um capricorniano de 7 de janeiro no comando da partida decisiva, como vai ocorrer agora.

Por outro lado...

Mas nem só de bons presságios se faz a final de domingo para os argentinos. O bandeirinha Tomasz Listkiewicz (assistente número 2, neste domingo) é filho de Michal Listkiewicz, que também foi bandeira em uma decisão de Copa, a de 1990, que a Argentina perdeu para a mesma Alemanha.

Hoje, Michal é presidente da Federação Polonesa de Futebol. O assistente número 1 será outro polonês, Pawel Sokolnicki. A Argentina venceu a Polônia na primeira fase da Copa do Catar, e a França eliminou os poloneses nas oitavas de final.

Coincidência? Destino?

Como torcedores de futebol não costumam ser muito céticos, os argentinos foram atrás de outra decisão da Fifa (como a escolha do árbitro) que pode influenciar os astros ou os deuses a favor da Argentina: o uniforme da decisão.

Domingo, a seleção da Argentina, mandante no jogo, vai jogar com a camisa tradicional de listras azuis e brancas. O calção argentino será branco, assim como as meias. A França irá inteira de azul. E quando os argentinos usaram a mesma camisa alviceleste principal em uma decisão? Sim, nas duas finais de Copa do Mundo em que saíram campeões. Em 1978 e 1986, lá estavam as listras brancas e azuis.

Para completar a mística, nos Mundiais de 1990 e 2014, ambos contra a Alemanha, a Argentina perdeu a decisão usando a camisa reserva, toda azul, mais escura. Em 1930, apesar de o Uruguai ser o dono da casa, a Argentina usou a versão da época da camisa branca e azul, porque os uruguaios jogaram com a camisa celeste tradicional. Uma exceção que confirma a regra, ou melhor, a mística? Domingo chega a resposta.



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