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Médicos usam avião para buscar coração de bebê no interior de SP | G1
Órgão deve ser destinado ao transplante em uma criança de três anos, na capital paulista. Chuva na manhã desta quarta-feira (4), em Jaú (SP), a 300 km de distância de São Paulo, dificultou e adiou em algumas horas que o voo saísse de São Roque (SP).
G1 / Mayara Corrêa
Uma equipe do Instituto do Coração (Incor) foi mobilizada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (4) para a captação do coração de um bebê de três meses, que morreu em Jaú (SP).
O órgão seria destinado ao transplante em uma criança de três anos, na capital paulista.
Desde as 5h45, a equipe estava pronta para decolar do aeroporto de São Roque (SP) em uma aeronave particular. No entanto, o forte temporal que atinge Jaú durante a manhã impediu a conclusão da operação.
Uma equipe do Instituto do Coração (Incor) foi mobilizada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (4) para a captação do coração de um bebê de três meses, que morreu em Jaú (SP). O órgão será destinado ao transplante em uma criança de três anos, na capital paulista, a 300 quilômetros de distância de São Paulo.
A equipe estava pronta desde 5h45 para decolar do aeroporto de São Roque (SP), a cerca de 60 quilômetros da capital paulista, em uma aeronave particular. No entanto, a chuva nesta manhã em Jaú dificultou a operação. O voo partiu de São Roque por volta das 9h30 .
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Conforme apurado pela TV TEM, a aeronave pousará em uma fazenda em Jaú. O local foi cedido pelo proprietário, que também disponibilizou o avião para agilizar o transporte, já que o deslocamento terrestre entre São Roque e Jaú leva cerca de quatro horas.
A ação contou com o apoio do Programa TransplantAR, iniciativa que mobiliza empresários dispostos a ceder equipamentos e espaços para viabilizar a corrida pela vida.
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Por causa da falta de equipamentos e demarcações no solo, a aterrissagem na fazenda em Jaú é feita de forma manual, operação que é prejudicada pela chuva. Por isso, a operação precisou ser temporariamente suspensa até a decolagem, horas depois do previsto.
A criança que deve receber o coração é diagnosticada com Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo, uma cardiopatia congênita grave e rara caracterizada pelo subdesenvolvimento do lado esquerdo do coração, o que compromete o bombeamento de sangue oxigenado para o organismo.
Desde o nascimento, o paciente já foi submetido a cirurgias paliativas e, há cerca de um ano, depende de um coração artificial para sobreviver.
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